A interatividade na TV tem sido cada vez mais aperfeiçoada por meio das novas tecnologias, tendo como foco o design e a usabilidade. Jensen a avalia como sendo “uma medida do potencial de habilidade de uma mídia permitir que o usuário exerça influência sobre o conteúdo ou a forma da comunicação mediada”. Isso porque não se trata somente da troca de comunicação, mas também de geração de conteúdo.
Sem canal de retorno - A interatividade é disponibilizada sem, necessariamente, se referir à temática do programa que está sendo apresentado. Exemplos: sinopses; especificações de produtos; boletim; informação financeira; agenda cultural.
Com canal de retorno - É utilizada a internet para permitir que o telespectador interaja com o programa. Exemplos: Pesquisas; votação; enquête; tele-ensino; E-commerce; E-bank.
Com canal de retorno, mas sem vínculo com o programa – Exemplos: Nichecast; informações rurais; turismo; esporte; mundo financeiro; moda.
Canal de retorno bidirecional - Grupo de usuários pode trocar dados entre si por meio de upload. O receptor trabalha como pequena emissora. A interatividade plena possibilita a chamada TV social ou comunitária.
Bidirecional assimétrico - Baixa dados de aplicativos; acesso a dados não proveniente das emissoras.
Carrossel de Dados - DSM-CC – Digital Storage Media Comand Control. O usuário só escolhe o que já está programado.
Há ainda propostas para a interatividade para os telões por blothooph.